
Sempre me arrependo. Do que fiz? Não. Do que não disse.
Eram claros, os olhos, e brilhavam. Da primeira vez, logo me chamaram a atenção. E não demorou para que os olhares virassem mãos, e as mãos virassem beijos, e os beijos, laços.
Eternos laços. De amor, amigo, amor de novo, amigo de novo, pra enfim ser família. Pra ser eterno.
Eram tantas as palavras que deveriam ser ditas. Tive tempo, muito tempo pra dizer, mas nunca o fiz. Era medo, proteção, junto a um quê de loucura e orgulho que me envolve desde sempre.
Meu abraço mais seguro. Minha proteção. Meu “te odeio por tanto gostar”. Minha fuga, muitas vezes, minha maior fuga.
Eram claros os olhos que me miraram por anos, como paisagem. Minha história mais longa, minha presença mais forte, um pedaço de mim que não se vai. Minhas diferenças mais bonitas. Pra sempre ocupar o nível máximo de minha admiração, de príncipe de cavalo branco.
Pra nunca esquecer. Pra sempre lembrar.
“To watch you, to guide you, through the darkest of your days.”

Nossa, muito legal o seu blog...
ResponderExcluirVocê escreve muito bem.
É muito transparente no que quer dizer e sabe passar sentimento em palavras.
Achei o seu blog no de Jonathan.